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PAULO FERREIRA 

MENSAGEM
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Caros amigos, 

Sinto-me extremamente honrado, por me terem escolhido para encabeçar a nossa lista e garanto-vos que tudo farei para estar à altura de tamanha responsabilidade.

Ao longo de todos estes anos, temos apresentado as melhores equipas.

 

Merece o devido destaque pela positiva, o trabalho efetuado pelos nossos colegas em todos os órgãos autárquicos em que estamos representados.

Enquanto oposição sempre apresentámos as melhores soluções, fizemos as melhores críticas construtivas e demos a cara por um projeto novo e diferente.

Temos aqui presentes colegas nossos que foram gozados em assembleia municipal por se mostrarem contra a megalomania do PS aquando da apresentação de orçamentos irrealistas e obras completamente desfasadas da nossa realidade. Hoje, prova-se que o tempo nos deu razão. Os erros do passado, traduzem-se em enormes encargos no presente, limitando-nos o desenvolvimento.

Borba parou no tempo, estagnou, e atenção que não somos só nós a dizê-lo, até o atual presidente do município o referiu na entrevista à Rádio Campanário...

 

Os problemas de que Borba padece, precisam de uma intervenção rigorosa, cuidada e feita a sério. Borba não se esgota no alto da praça. As respostas que precisamos para a nossa Terra, estão muito para além da Borba do alto da praça. Estão em Lisboa onde estão os ministérios. É ali que pode haver solução para muitos dos problemas que nos afetam e que nós nos propomos resolver. Iremos bater a todas as portas se necessário.

O programa que apresentámos, há quatro anos, infelizmente mantém-se quase na sua totalidade. Cerca de 90 a 95% dos problemas que levantámos e das soluções que apresentámos, não foram efetuadas… temos um executivo que quando passou a maioria, deixou de ouvir, deixou de escutar, e, enquanto negociou no primeiro mandato, tornou-se autoritário no segundo.

Por exemplo, nós fizemos aprovar o orçamento participativo e até agora, todos os anos nos dizem, é para o ano, é para o ano. Não vai ser nunca… eles não têm capacidade para o fazer, não têm capacidade e qualidade para saber fazer.

Nós temos e é a nossa equipa que pode mudar Borba...

Ao fim de oito anos o executivo MUB fala-nos de imensos projetos… Como é que pode falar agora em projetos, se quando esteve a gerir Borba por oito anos não os fez? Estavam guardados para mais quatro anos? Já disse também, não queremos um executivo para os primeiros seis e para os últimos seis meses de mandato. Queremos um executivo para quatro anos e queremos um executivo para trabalhar a sério. É por esta razão que me honra muito liderar a nossa equipa, mas não se esqueçam que eu não estou à frente, estou ao vosso lado. Estamos todos lado a lado. É a nossa equipa que vai mudar Borba, não é o Paulo.

Olhar para vós, com tanta gente jovem aqui presente, que acredita que o futuro pode ser diferente, dá-nos força para continuar, a mim e a todos aqueles que há muitos anos a esta parte defendem o desenvolvimento de Borba de uma forma sustentável e de uma forma credível (aqueles que sempre defendemos o PSD Borba).

Estamos para fazer a mudança, e para recuperar Borba, mas para isso é preciso aproveitar ao máximo e pôr em prática os fundos europeus.

Não é, como agora diz o atual Presidente, que temos um milhão e tal de euros aprovado, onde só se utilizaram 200 ou 300 mil euros, mas que o dinheiro não sairá perdido… perdidos estão eles, que não sabem o que hão-de dizer e fazer...

Pretendemos por isso desenvolver, com os profissionais competentíssimos que existem na Câmara e não estão valorizados, uma verdadeira parceria de trabalho colaborativo. Eles são uma mais valia no desenvolvimento da nossa cidade e na concretização dos nossos projetos. Não são números, não são ordenados ao final do mês, são pessoas e são peças fundamentais na materialização dos nossos objetivos. São eles que quando olharem para trás e verem obra feita, sentirão tanto ou mais orgulho no que fizeram do que nós. (Eles continuarão na Câmara, nós apenas passaremos por lá, mas queremos e iremos deixar uma Borba melhor…)

Estes quatro anos serão decisivos no aproveitamento do plano de recuperação e resiliência, bem como em vários programas do Portugal 20 30, não há tempo a perder, nem há tempo para hesitar, temos mesmo de mudar os destinos do nosso concelho, sob pena de um dia Borba não ser mais do que um concelho deserto, onde outrora houve pujança e vida por todos os cantos. Aliás, se eu for eleito presidente da Câmara, farei questão de frequentemente visitar as aldeias, as freguesias e os montes mais isolados. Só estando frente a frente, olhos nos olhos com as pessoas poderemos saber aquilo que elas querem, que elas pretendem e as críticas que têm para nós. Não tenham dúvidas que não estaremos isentos à crítica, mas vamos fazer o nosso melhor e quando o nosso melhor não chegar, faremos o que é necessário, só assim Borba conseguirá seguir em frente.

Queremos um concelho onde os mais velhos possam ver crescer e acompanhar os seus filhos e netos, transmitindo os seus saberes e saboreando a sua companhia.

Para isso, construiremos uma equipa de trabalho alargada e que integre todos. Os bons líderes devem saber ouvir e aceitar as ideias dos outros e promover crescimento à sua volta, só assim, com pessoas bem integradas e bem preparadas se conseguirá o melhor.

Teremos a humildade suficiente e necessária para trabalhar com a oposição na implementação do melhor para Borba…

A oposição não é nem deve ser inimiga, mas o poder jamais deve ser absoluto.

Caros borbenses, preocupa-nos o aumento das desigualdades sociais a que assistimos. Depois desta pandemia que trouxe degradação, diminuição de emprego e poder de compra, num concelho já estagnado, é preciso crescer, crescer muito, o que constitui um enorme desafio…

Com o apoio de muitos borbenses, elaborámos o nosso programa que aponta para quatro grandes linhas de intervenção que passo a citar:

 

I. Captação de investimento, criação de emprego e desenvolvimento sustentável

II. Reabilitação urbana, património, infraestruturas e ambiente

III. Educação, desporto, cultura e juventude

IV. Ação social, cidadania e apoio sénior

 

Todas elas igualmente importantes, complementam-se de modo a conseguirmos o crescimento que pretendemos.

É fundamental captar investimento para o nosso concelho, é preciso resolver o problema da habitação para poder fixar população. Não podemos esquecer que é o investimento na qualificação dos mais novos e dos mais velhos que permitirá reduzir as desigualdades sociais. A nível local apresentaremos medidas direcionadas para estes aspetos, dentro do que nos é possível fazer, com um programa sólido e exequível. Um programa para fazer.

Se formos eleitos, implementaremos desde logo o nosso programa, dado que algumas das medidas não exigem muito para serem aplicadas. Por exemplo, prometemos investir de imediato no turismo, principalmente através da promoção do concelho queremos também resolver a questão da limpeza urbana e dar uma nova cara às entradas da nossa cidade.

No próximo dia 26 de setembro votamos projetos e equipas.

Todos nós temos um trunfo que podemos utilizar para contrariar o declínio do nosso concelho. Esse trunfo é o voto, assim saibamos usá-lo.

Convençam os indecisos que nós somos aqueles que melhor podemos dar resposta.

Nunca se esqueçam que a mudança que nós queremos, começa nas decisões que tomamos.

Não pode haver medo de mudança.

Está na altura de uma “Alternativa de Confiança”.

Viva Borba!

Paulo Ferreira

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